quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Aprenda a fazer batata frita de forno: seca e crocante

batata vai ao forno com azeite

Nesta quarta-feira (11), às 13h, a chef Annabel ensina a preparar batatas fritas crocantes, que quase não levam óleo. As batatas são assadas no forno e ficam bem sequinhas. Assista ao vídeo e anote a receita abaixo.

DIVULGAÇÂO
Ingredientes:
8 batatas
1/4 de xícara de farinha
3 colheres de sopa de azeite 
Sal a gosto

Modo de preparo:
Descasque 8 batatas e corte-as em formato de palito. Despeje em uma travessa e salpique 1/4 de xícara farinha, até que todas fiquem cobertas. Regue com azeite (3 colheres de sopa) e depois espalhe as batatas em uma única camada. Em seguida, coloque um pouco de sal (a gosto) e leve ao forno. Deixe as batatas assarem, a 220°, por cerca de 1 hora,  até ficarem douradas.

Suco de maracujá com cidreira..

preparo no liquidificador é rápido de simples

Suco de maracujá com cidreira
Foto: Reprodução
Veja como fazer o suco de maracujá com folhas de cidreira que Rodrigo Hilbert oferece a Fernanda Lima no jantar romântico do casal:
Ingredientes:
2 maracujás
Erva-cidreira
400ml de água
Açúcar
Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador, sem bater muito para não amargar. Peneire e sirva.



Mousse de maracujá com gelatina

oce é feito com gelatina in color

 Mousse de maracujá com gelatina
Foto: Reprodução
Para a sobremesa, Rodrigo Hilbert abre o livro de receitas da família e sugere uma mousse de maracujá preparada com gelatina incolor que é simples de fazer e fica uma delícia. Anote:

Ingredientes:
4 maracujás
1/2 pacote de gelatina sem sabor
1 lata de creme de leite
1 lata de leite condensado

Modo de preparo:
Tire o suco do maracujá e bata com um garfo ou batedeira de mão para liberar o suco da semente. Em seguida, peneire o suco para tirar a semente, e reserve-a. Misture o creme de leite e o leite condensado e depois acrescente o suco de maracujá. Bem mexido, coloque a gelatina, mexendo bastante para não empedrar. Coloque em um recipiente e decore com as sementes. Leve à geladeira para resfriar.

Risoto de abobrinha do Rodrigo Hilbert: anote a receita

risoto simples é feito com abobrinha menina brasileira

Rodrigo Hilbert apresenta mais um episódio do "Tempero de família" com uma receita especial: ele prepara um prato surpresa para a amada Fernanda Lima, em um jantar romântico. O dia especial começa com uma sessão de yoga do casal com os filhos gêmeos João e Francisco. Na mesa, um delicioso risoto de abobrinha menina brasileira que ele mesmo colhe na horta de casa. Anote a receita do programa que será exibido nesta quinta-feira (3), às 20h:
Risoto de abobrinha do Rodrigo Hilbert
Foto: Reprodução


Assista essa receita em vídeo no Receitas GNT
Para fazer o caldo de legumes:
Ingredientes:
Cenoura
Cebola
Manjericão roxo
Chuchu
Alho

Modo de preparo:
Primeiro prepare o caldo fervendo água e colocando os legumes com azeite, sal e pimenta. Deixe ferver mais um pouco, desligue e reserve.

Para fazer o risoto de abobrinha menina brasileira:
Ingredientes:
2 xícaras de arroz arbóreo
400g de queijo parmesão
Vinho branco
Cebola
Manteiga
Salsa
Cebolinha
Alho
Abobrinha menina brasileira
Modo de preparo:
Depois de fazer o caldo de legumes, prepare o tempero do risoto fazendo uma pastinha com cebola, salsinha, cebolinha e alho. Pique tudo muito bem, coloque sal, pimenta e azeite e reserve. Em separado, rale o queijo e pique a abobrinha, e reserve.
Risoto de quinoa com brócolis
Em uma panela, refogue a pastinha e acrescente o arroz e o vinho branco, misturando bem. Inclua o caldo feito anteriormente, mexendo às vezes. Coloque, aos poucos, esse caldo até achar o ponto do arroz de acordo com sua preferência. Por fim, acrescente a abobrinha e, depois, o queijo e a manteiga. Mexa tudo e deixe mais um pouco no fogo antes de servir.

Sex Appeal: Nars lança coleção-tributo ao fotógrafo francês Guy Bourdin.

Quando tinha apenas 10 anos, François Nars costumava pegar as Vogues francesas de sua mãe e arrancar as páginas com fotos feitas por um mesmo fotógrafo. Eram imagens poderosas, com cores saturadas e cenas intensas, quase sempre com forte conotação sexual. O fotógrafo em questão era Guy Bourdin, a quem François, hoje dono de uma das marcas de cosméticos mais bem-sucedidas do mundo, credita a descoberta da sua vocação. Perto do aniversário de 20 anos de sua marca, Nars volta ao início de tudo e lança uma coleção-tributo a Bourdin, morto em 1991. 
Esmalte cor Tomorrow’s Red, R$ 74, Gift set One Night Stand Cheek Palette, R$ 250, Blush cor Exhibit A, R$ 128, Batom cor Full Frontal, R$ 100, Mini Velvet Matte LipPencil corCruella, R$ 185 (o conjunto)  (Foto: Divulgação)


“É um sonho que tinha há muito tempo, bem antes mesmo de lançar a coleção inspirada em Andy Warhol (2012). O trabalho de Guy Bourdin está no DNA da Nars, no meu imaginário criativo e em todos os aspectos da minha vida, então era só uma questão de tempo”, revela o maquiador/fotógrafo/empresário, sentado na ampla antessala de uma suíte no Le Meurice, em Paris.Estão expostas ali as fotografias que inspiraram os 25 produtos da coleção. São cinco sombras e cinco batons, três blushs, quatro esmaltes e oito gift sets. Não faltam tons de vermelho, cor muito presente nas maliciosas mulheres das fotos de Bourdin. ASephora do Brasil vai receber uma seleção da linha a partir de dezembro – que inclui um nécessaire com quatro Mini Velvet Matte Lip Pencil e um Mini Velvet Gloss Lip Pencil.
processo criativo dessa capsule collection foi relativamente simples: “Consistiu basicamente em olhar incansavelmente as fotos, as maquiagens das modelos clicadas por Guy, depois os fundos e cenários, e extrair dali não só as cores, mas as sensações”. A Nars teve carta branca de Samuel Bourdin, filho de Guy, para desenvolver as embalagens da coleção, que contam com imagens célebres da carreira do fotógrafo. Para colecionar! (VITÓRIA GUIMARÃES)
A musa do fotógrafo, Nicolle Meyer, em clique de1980. A modelo publicou o livro "A Message for You", em homenagem a Bourdin (Foto:  )

Vídeo mostra momento da detenção

FestFlor ocorre entre 3 e 6 de outubro, no Pátio Brasil Shopping.
Além de novidades de produtos e serviços, haverá oficinas e palestras.

Flores estarão em exposição no FestFlor, em Brasília (Foto: Divulgação) : Divulgação)
Brasília recebe entre 3 e 6 de outubro, no Pátio Brasil Shopping, a 4ª edição da FestFlor Brasil, feira nacional de flores, decoração e plantas ornamentais. Os visitantes poderão assistir a oficinas e a palestras e conhecer a produção de flores e plantas ornamentais do DF e de outros segmentos rurais. Também estarão disponíveis novidades e lançamentos de produtos e serviços para floricultura, decoração e paisagismo.Arranjo floral, ikebana, orquídeas, bonsai, bambu, manutenção de gramados e de plantas de interiores, cultivo de flores e plantas ornamentais e vitrinismo serão alguns dos temas abordados nas oficinas e palestras da FestFlor.Quem visitar a feira poderá assistir ainda a um casamento de verdade, no dia 3, às 16h, com juiz, noivos, padrinhos e convidados reais, em uma igreja temática decorada com plantas produzidas na cidade.Mercado Segundo os organizadores da feira, o DF conta com 131 produtores de flores, plantas ornamentais em cerca de 500 hectares de produção, divididas em flores e folhagens de corte tropical, flores de corte temperadas, flores e plantas para vasos, forração, plantas para jardins, palmeiras e gramas.A capital federal é o terceiro maior mercado consumidor de flores e plantas ornamentais do país e o primeiro no consumo per capita, ainda conforme os responsáveis pela FestFlor
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PM abre sindicância após suspeita de flagrante forjado em protesto no Rio,VERGONHA OU MALDADE??

 A Polícia Militar abriu sindicância para apurar a suspeita de um flagrante forjado durante protesto no Rio. Imagens divulgadas na internet nesta quarta-feira (2) pelo jornal "O Globo" mostram policiais militares abordando um grupo que participava de protesto na terça-feira (1º), no Centro do Rio. Um rapaz, menor de idade, foi detido e algemado. Os manifestantes acusaram os PMs de forjar o flagrante, como mostrou o Bom Dia Rio.A PM informou que vai apurar o caso e que não houve registro de flagrante contra o jovem. Em nota a corporação ressalta que "o Comando da PM abriu sindicância para analisar as imagens em que um policial supostamente teria forjado flagrante. As cenas da abordagem serão objeto de análise"O vídeo mostra um rapaz de camisa preta correndo e um policial atrás segurando um morteiro. As pessoas em volta pediam calma. Momentos depois, o agente aparece com o objeto na mão. Em seguida, policiais abordam um grupo em que estavam rapazes com camiseta preta. Eles são parados e revistas  Uma mulher intervém: "Pede a identificação". Mas é apreendida  "Tira a mão de mim!"Os PMs pedem para um dos jovens abrir a mochila. Ele é menor de idade e, por isso, tem a identidade preservada no vídeo. Ainda com o morteiro na mão, o policial está ao lado do jovem e deixa o artefato cair no chão.O jovem então é detido, suspeito de estar com explosivos, mas nega as acusações. "Eu não fiz nada!", argumenta o menor. Mas outro policial afirma: "O senhor está com três morteiros".Enquanto o rapaz é encaminhado para a 5ª DP (Mem de Sá), outros jovens do grupo contestam a detenção, gritando várias vezes "Cadê o morteiro?".Segundo a PM, o documento de apreensão dos fogos registra apenas que os mesmos foram encontrados na calçada e "não necessariamente com o jovem", como informou o Bom Dia Rio.Lançador de gás de pimentaA Polícia Civil disse, por telefone ao Bom Dia Rio, que os morteiros foram encontrados no chão na Avenida Rio Branco. De acordo com a assessoria, foi apreendido um jovem que teria levado alguns morteiros dentro da mochila na região. Ele foi ouvido e liberado na presença de responsáveis. Os três morteiros apreendidos vão passar por perícia. Além disso, segundo a Polícia Civil, um PM foi ouvido e não teria dito que o material tenha sido apreendido com o jovem.Segundo o comentarista de Segurança Pública da TV Globo, Rodrigo Pimentel, o policial que apareceu nas imagens comandando a operação é o major Pinto, lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia). Pimentel afirmou ainda que nas imagens está claro que o major Pinto disse para o jovem que ele estava com três morteiros; a revista foi realizada pelo tenente Andrade, do 20º BPM (Nova Iguaçu).O major Pinto é o mesmo que aparece em vídeo jogando gás de pimenta em professores durante protesto na segunda-feira (30), como informou o Bom Dia Rio. Nas imagens, ele usa um lançador de gás de pimenta durante um tumulto em frente à Câmara Municipal do Rio.divulgação,,

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Conto erótico-cômico, criativo e bem elaborado.


Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa 
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um  maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o   substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo.Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.Nisso a porta abriu repentinamente.Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.   Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu  trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva
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